A cigarra, por não gostar da formiga, votou no inseticida. Morreram ambas

Por Alexandre Miguel de Souza
15.10.2026
Foto: Instagram
Esse provérbio popular retrata muito bem o atual cenário político brasileiro: por não gostar de um partido, há quem acabe apoiando forças políticas que ameaçam seus próprios direitos e interesses. Na política, o ódio não pode estar acima da consciência. Afinal, quando alguém vota contra os próprios direitos para prejudicar quem pensa diferente, corre o risco de ajudar a destruir as conquistas que também beneficiam a sua família.
Precisamos lembrar das conquistas dos governos petistas: a valorização do salário mínimo, a expansão das universidades e dos institutos federais, o ProUni, o Fies, o Bolsa Família, o Minha Casa, Minha Vida e a criação do Pé-de-Meia.
Milhões de brasileiros tiveram mais oportunidades de estudar, conquistar uma casa própria, colocar comida na mesa e sonhar com um futuro melhor. A ampliação do acesso à educação, as políticas de inclusão social e a defesa dos direitos da classe trabalhadora demonstram a importância de um Estado comprometido com a redução das desigualdades.
Também precisamos reconhecer a importância do fortalecimento do SUS, da retomada de políticas de combate à fome, da ampliação das oportunidades para a população negra e periférica e da valorização do trabalho.
Ainda há muito a fazer, mas não podemos permitir que o ódio político apague a memória dessas conquistas. Defender os avanços sociais significa lutar para que nenhum brasileiro seja condenado à pobreza, à falta de oportunidades ou à exclusão.
O que está em jogo vai muito além de uma disputa eleitoral. Estamos falando da democracia, das terras raras, das riquezas estratégicas, da soberania nacional e do futuro do povo brasileiro.
Nossos recursos naturais devem servir ao desenvolvimento do Brasil e à melhoria da vida da nossa população, e não apenas aos interesses de grupos econômicos privilegiados ou de potências estrangeiras.
Não podemos permitir que o ódio político seja maior do que a consciência de classe, a defesa da nossa riqueza nacional e o compromisso com a justiça social. A democracia precisa ser defendida todos os dias, e o voto é uma das ferramentas mais poderosas que temos para decidir qual país queremos construir.
Pelo Brasil, pela democracia, pela soberania nacional, pela justiça social e pelos direitos da classe trabalhadora, eu não tenho dúvidas: VOU DE 13, VOU DE LULA!
Alexandre Miguel de Souza é escritor e poeta santista

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